quarta-feira, 6 de junho de 2012


PASCOM promove o II Mutirão Estadual de Comunicação


           Abertura do 1° Mutirão, realizado em 2010, em Natal
           F
oto: Cacilda Medeiros

Agentes da Pastoral da Comunicação e de outras pastorais da Arquidiocese de Natal e das Dioceses de Caicó e Mossoró participarão do II Mutirão Estadual de Comunicação, no período de 6 a 8 de julho, no Colégio Sagrado Coração de Maria, em Mossoró. Cerca de 200 agentes pastorais estarão presentes. Serão disponibilizadas 40 vagas para Natal e 30 para Caicó. As demais vagas serão preenchidas com agentes pastorais de Mossoró.

O Mutirão Estadual terá como tema: A Comunicação a serviço da verdade na era digital. O evento começará às 18 horas do dia 6, com o credencia-mento, seguindo-se apresentação cultural, às 18h40. Às 19h30, haverá a cerimônia de abertura, com a presença de autoridades eclesiais e da Irmã Helena Corazza. A Irmã fará a palestra de abertura, às 20 horas, sobre o tema do Mutirão. No sábado, dia 7, serão oferecidas 7 oficias e um grupo temático.

As oficias serão: Pastoral da Comunicação, Como Falar em Público, Ministério da Acolhida, Jornal Impresso, Linguagem Radiofônica, Mídias digitais a serviço da evangelização e Assessoria de Comunicação. O grupo temático será sobre Rádio Comunitária: Legislação e Gerenciamento. No domingo, haverá uma Mesa Redonda, abordando o Documento de Estudos 101, da CNBB, sobre “A Comunicação na vida e na Missão da Igreja no Brasil”.

Visando facilitar a participação no Mutirão, a coordenação da Pascom da Arquidiocese organizou um pacote, com direito a transporte, hospedagem, inscrição no evento e refeições. “A adesão ao pacote será feita somente até o dia 11 de junho, segunda-feira. Consta de três cotas: as duas primeiras, no valor de R$ 60,00 cada e a segunda será definida após o fechamento do número de participantes e a contratação da hospedagem e do transporte. Acredito que também ficará em torno dos R$ 60,00”, comenta Cacilda Medeiros.
Fonte: CNBB

Distribuição gratuita de medicamentos para asma começa 

hoje em todo o país

A partir de hoje (4), drogarias credenciadas no programa Aqui Tem Farmácia Popular começam a distribuir gratuitamente remédios contra a asma. De acordo com o Ministério da Saúde, os três medicamentos – brometo de ipratrópio, diproprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol – estarão disponíveis em mais de 20 mil estabelecimentos em todo o país. Para retirar os remédios, é preciso apresentar um documento com foto, o CPF e a receita médica dentro do prazo de validade.

A decisão de disponibilizar gratuitamente os medicamentos tem o objetivo de atender, prioritariamente, crianças com até 6 anos, já que a asma está entre as principais causas de internação nessa faixa etária. Em 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças com essa idade. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por causa da asma.

Ainda segundo o ministério, a incorporação dos medicamentos deverá ampliar o orçamento atual do Programa Saúde Não Tem Preço em R$ 30 milhões ao ano. Atualmente, o Farmácia Popular atende a 200 mil pessoas que buscam remédios para a asma, mas a previsão é que a gratuidade beneficie até 800 mil pacientes por ano.
Com informações da Agência Brasil
                     EVANGELHO  DO DIA
                              (Marcos 12,18-27)

                                                — O Senhor esteja convosco.
                                                — Ele está no meio de nós.
                                                — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
                                                — Glória a vós, Senhor.

                                              Naquele tempo, 18vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais
                                              afirmam que não existe ressurreição e lhe propuseram este caso: 
                                            19“Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: Se morrer o irmão de 
                                             alguém, e deixar a esposa sem filhos, o irmão desse homem deve
                                             casar-se com a viúva, a fim de garantir a descendência de seu irmão”.
                                           20Ora, havia sete irmãos: o mais velho casou-se, e morreu sem deixar
                                           descendência. 21O segundo casou-se com a viúva, e morreu sem deixar
                                           descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. 22E nenhum 
                                           dos sete deixou descendência. Por último, morreu também a mulher.
                                           23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de quem será ela
                                            mulher? Porque os sete se casaram com ela!”
                                        24Jesus respondeu: “Acaso, vós não estais enganados, por não
                                         conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? 25Com efeito,
                                         quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não 
                                         se casarão, pois serão como os anjos do céu. 26Quanto ao fato da 
                                         ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem 
                                         da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus 
                                         de Isaac e o Deus de Jacó’? 27Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos!
                                         Vós estais muito enganados”.

                                        - Palavra da Salvação.
                                        - Glória a vós, Senhor.


                        COMENTÁRIO DO EVANGELHO
                             Tem gente que sente o maior prazer em discutir religião. Essas
                             discussões, na verdade, não significam a busca de uma melhor 
                             compreensão da fé com a finalidade de possibilitar uma resposta 
                            de qualidade aos apelativos dos valores evangélicos, mas na maioria
                            das vezes se constituem numa discussão sobre posições unilaterais e
                            não negociáveis, muitas vezes posições pessoais, que só servem para 
                            aprofundar diferenças e criar divisões e em nada contribuem para que 
                            todos possam chegar à verdade, muito menos para viver segundo ela.
                                     Fonte CNBB
SANTO DO DIA
São Marcelino Champagnat
Marcelino José Benedito Champagnat nasceu na aldeia de Marlhes, próxima de Lion França, no dia 20 de maio de 1789, nono filho de uma família de camponeses pobres e muito religiosos. O pai era um agricultor com instrução acima da média, atuante e respeitado na pequena comunidade. A mãe, além de ajudar o marido vendendo o que produziam, cuidava da casa e da educação dos filhos, auxiliada pela cunhada, que desistira do convento. A família era muito devota de Maria, despertando nos filhos o amor profundo à Mãe de Deus.

Na infância, logo que ingressou na escola, Marcelino sofreu um grande trauma quando o professor castigou um dos seus companheiros. Ele preferiu não freqüentar os estudos e foi trabalhar na lavoura com o pai. E assim o fez até os quatorze anos de idade, quando o pároco o alertou para sua vocação religiosa.

Apesar de sua condição econômica e o seu baixo grau de escolaridade, foi admitido no seminário de Verrièrres. Porém, a partir daí, dedicou-se aos estudos enfrentando muitas dificuldades. Aos vinte e sete anos, em 1816, recebeu o diploma e foi ordenado sacerdote no seminário de Lion.

Talvez por influência da sua dura infância, mas movido pelo Espírito Santo, acabou se dedicando aos problemas e à situação de abandono por que passavam os jovens de sua época, no campo da religião e dos estudos. Marcelino rezou e meditou em busca de uma resposta a esses problemas que antecederam e anunciavam a Revolução Francesa.

Numa visita a um rapaz doente, descobriu que este, além de analfabeto, nada sabia sobre Deus e sobre religião. Sua alma estava angustiada com tantas vidas sem sentido e sem guia vagando sem rumo. Foi então que liderou um grupo de jovens para a educação da juventude. Nascia, então, a futura Congregação dos Irmãos Maristas, também chamada de Família Marista, uma Ordem Terceira que leva o nome de Maria e sua proteção.

Sua obra tomou tanto vulto que Marcelino acabou por desligar-se de suas atividades paroquiais, para dedicar-se, completamente, a essa missão apostólica. Determinou que os membros da Congregação não deveriam ser sacerdotes, mas simples irmãos leigos, a fim de assumirem a missão de catequizar e alfabetizar as crianças, jovens e adultos, nas escolas paroquiais.

Ainda vivo, Marcelino teve a graça de ver sua Família Marista crescendo, dando frutos e sendo bem aceita em todos os países aonde chegaram. Ainda hoje, temos como referência a criteriosa e moderna educação marista presente nas melhores escolas do mundo.

Marcelino Champagnat morreu aos cinqüenta e um anos, em 6 de junho de 1840. Foi beatificado em 1955 e proclamado santo pelo papa João Paulo II em 1999. Ele é considerado o "Santo da Escola" e um grande precursor dos modernos métodos pedagógicos, que excluem todo tipo de castigo no educando.

terça-feira, 5 de junho de 2012


EVANGELHO DO DIA



(

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?”
15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja”. 16Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”.
17Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO

Dois pontos nos são sugeridos pelo Evangelho de hoje. 
O primeiro é: por que nos aproximamos de Jesus?
Condenamos as autoridades porque mandaram pessoas
até Jesus para o apanharem em alguma palavra, mas muitas
vezes nos aproximamos de Jesus para a satisfação de nossos
interesses pessoais e não para o encontro pessoal com aquele 
que é nosso Deus e que nos ama com amor eterno. O segundo 
é: dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, o 
que significa que César deve dar a Deus o que é de Deus, de
modo que Jesus nos mostra também as responsabilidades dos 
dirigentes das nações em relação a Deus e nós devemos cobrar
isso deles.
SANTO DO DIA
São Bonifácio
Pertencendo a uma rica família de nobres ingleses, ao nascer, em 672 ou 673, em Devonshire, recebeu o nome de Winfrid. Como era o costume da época, foi entregue ao mosteiro dos beneditinos ainda na infância para receber boa educação e formação religiosa. Logo, Winfrid percebeu que sua vocação era o seguimento de Cristo. Aos dezenove anos professou as regras na abadia de Exeter, iniciando o apostolado como professor de regras monásticas primeiro nesta mesma abadia, depois na de Nurslig.

Em seguida, decidiu iniciar seu trabalho missionário para a evangelização dos povos germânicos do além Reno, mas por questões políticas entre o duque Radbod, um pagão, e o rei cristão Carlos Martel, os resultados foram frustrantes. Em 718, fez, então, uma peregrinação a Roma, onde, em audiência com o papa Gregório II, conseguiu seu apoio para reiniciar sua missão na Alemanha. Além disso, o papa o orientou também a assumir, como missionário, o nome de Bonifácio, célebre mártir romano.

Bonifácio parou primeiro na Turíngia, depois dirigiu-se à Frísia, realizando as primeiras conversões nessas regiões. Durante três anos percorreu quase toda a Alemanha e, numa segunda viagem a Roma, o papa, agora já outro, entusiasmado com seu trabalho, nomeou-o bispo de Mainz. Esse contato constante com os pontífices foi importante, pois a Igreja na Alemanha foi implantada em plena consonância com a orientação central da Santa Sé. Bonifácio fundou o mosteiro de Fulda, centro propulsor da cultura religiosa alemã, só comparável ao italiano de Montecassino. E muitos outros mosteiros masculinos e femininos, igrejas e catedrais de norte a sul do país, recrutando os beneditinos da Inglaterra. Acabou estendendo sua missão até a França.

Incansável, com sua sede episcopal fixada em Mainz, atuou em vários concílios e promulgou várias leis. Em 754, foi para o norte da Europa, região onde atualmente se encontra a Holanda. No dia 5 de junho do mesmo ano, dia de Pentecostes, foi ao encontro de um grande grupo de catecúmenos de Dokkun, os quais receberiam o crisma. Mal iniciou a santa missa, o local foi invadido por um bando de pagãos frísios. Os cristãos foram todos trucidados e Bonifácio teve a cabeça partida ao meio por um golpe de espada.

Mesmo que são Bonifácio não tenha evangelizado por completo a Alemanha, ao menos se pode afirmar que foi graças a ele que isso aconteceu, nos tempos seguintes, como herança de seu trabalho. São Bonifácio é venerado como o "Apóstolo da Alemanha". Seu corpo foi sepultado na igreja do mosteiro de Fulda, que ainda hoje o conserva, pois em vida havia expressado essa vontade.

segunda-feira, 4 de junho de 2012


EVANGELHO DO DIA



(Marcos 12,1-12)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes, mestres da Lei e anciãos, usando parábolas: “Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagar e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha a alguns agricultores, e viajou para longe. 2Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha.
3Mas os agricultores pegaram o empregado, bateram nele, e o mandaram de volta sem nada. 4Então o dono mandou de novo mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. 5Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros.
6Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até os agricultores, pensando: ‘Eles respeitarão meu filho’. 7Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: ‘Esse é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa’. 8Então agarraram o filho, o mataram, e o jogaram fora da vinha. 9Que fará o dono da vinha? Ele virá, destruirá os agricultores, e entregará a vinha a outros.
10Por acaso, não lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores deixaram de lado tornou-se a pedra mais importante; 11isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos’?” 12Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus, pois compreenderam que havia contado a parábola para eles. Porém, ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



COMENTÁRIO DO EVANGELHO DIA
Mc 12, 1 12
O que aconteceu com os vinhateiros apresentadas na parábola do evangelho de hoje pode acontecer a todos nós principalmente quando nos deixamos levar pelo desejo de ter poder e de ter riquezas, que nos leva à tentação de nos apossarmos de tudo, inclusive das coisas de Deus e até mesmo do próprio Deus e a queremos usar de tudo isso em nosso próprio benefício. Quando fazemos isso, estamos na verdade rejeitando a presença do próprio Cristo em nossas vidas, que se dá também por meio dos pobres e necessitados que procuram a misericórdia do nosso coração e não o nosso autoritarismo e a nossa prepotência em relação a eles.
                SANTO DO DIA
São Francisco Caracciolo
Ascânio Caracciolo era um italiano descendente, por parte de mãe, de santo Tomás de Aquino, portanto, como ele, tinha vínculos com a elite da nobreza. Nasceu próximo de Nápoles, na Vila Santa Maria de Chieti, em 13 de outubro de 1563. A família, muito cristã, preparou-o para a vida de negócios e da política, em meio às festas sociais e aos esportes.

Na adolescência, decidiu pela carreira militar. Mas foi acometido por uma doença rara na pele, parecida com a lepra e incurável também. Quando todos os tratamentos se esgotaram, Ascânio rezou com fervor a Deus, pedindo que ele o curasse e prometendo que, se tal graça fosse concedida, entregaria a sua vida somente a seu serviço. Pouco depois a cura aconteceu.

Cumprindo sua determinação, tinha então vinte e dois anos, foi para Nápoles, onde estudou teologia e ordenou-se sacerdote. Começou seu trabalho junto aos "Padres Brancos da Justiça", que se dedicavam ao apostolado dos encarcerados, doentes e pobres abandonados.

Entretanto, Deus tinha outros planos para ele. Na organização dos "Padres Brancos" havia um outro sacerdote que tinha exatamente o seu nome: Ascânio Caracciolo, só que era mais velho. Certo dia de 1588, o correio cometeu um erro, entregando uma carta endereçada ao Ascânio mais velho para o mais jovem, no caso ele. A carta fora escrita pelo sacerdote João Agostinho Adorno e por Fabrício Caracciolo, abade de Santa Maria Maior de Nápoles. E ambos se dirigiam ao velho Ascânio Caracciolo para pedir que colaborasse com a fundação de uma nova Ordem, a dos "Clérigos Regulares Menores", dando alguns detalhes sobre o carisma que desejavam implantar.

O jovem Ascânio percebeu que a nova Ordem vinha ao encontro com o que ele procurava e foi conversar com os dois sacerdotes. Depois os três se isolaram no mosteiro dos camaldulenses, para rezar, jejuar e pedir a luz do Espírito Santo para a elaboração das Regras. Ao final de quarenta dias, com os regulamentos prontos, Ascânio propôs que fosse incluído um quarto voto, alem dos três habituais de pobreza, obediência e castidade: o de não aceitar nenhum posto de hierarquia eclesiástica. O voto foi aceito e incorporado à nova Ordem.

Quando a comunidade contava com doze integrantes, os três foram ao papa Xisto V pedir sua aprovação, concedida no dia 1o de junho de 1588. Um ano depois, Ascânio vestiu o habito dos Clérigos Regulares Menores tomando o nome de Francisco, em homenagem ao santo de Assis, no qual se espelhava.

Eles pretendiam estabelecer-se em Nápoles, mas o papa sugeriu que fossem para a Espanha, região que carecia de novas Ordens. Porém, ao chegarem em Madri, o rei não permitiu a sua fundação. Voltaram para Nápoles. Nessa ocasião morreu Adorno, que era o prepósito-geral da Ordem, tarefa que Francisco Caracciolo assumiu com humildade até morrer.

Fiel ao pedido do papa, não desistiu da Espanha, para onde voltou outras vezes. Entre 1595 e 1598, Francisco fundou, em Valadolid, uma casa de religiosos; em Alcalá, um colégio; e, em Madri, um seminário, no qual foi mestre dos noviços. Mais tarde, retornou para a Casa-mãe em Nápoles, que fora transferida para Santa Maria Maior devido ao seu rápido crescimento.

Foram atividades intensas de que seu corpo frágil logo se ressentiu. Adoeceu durante uma visita aos padres do Oratório da cidade de Agnone e morreu, aos quarenta e quatro anos de idade, em 4 de junho de 1608. Canonizado em 1807 pelo papa Pio VII, são Francisco Caracciolo foi consagrado co-padroeiro de Nápoles em 1840.

domingo, 3 de junho de 2012

ACOLHIDA DA CRUZ PEREGRINA DO
                           DÍZIMO

Neste     domingo, nossos   agentes    receberam  a  cruz 
peregrina da pastoral   do dízimo  e com muita  alegria
entraram em procissão na igreja matriz Nossa Senhora
da Conceição na missa das 19:00hs






Dízimo é um ato de fé, de compromisso, de gratidão e de reconhecimento
a Deus pelo que Ele é e pelo que fez e faz por nós. Ao oferecer o Dízimo o
cristão  expressa a sua convicção de  pertencer a Deus, tanto de si mesmo 
como de tudo o que possui. Antes, portanto, de ser partilha o Dízimo é ação
de graças.dizimista a nossa Paróquia precisa de você, que Deus lhe
proteja e abençoe.



Base Aérea de Santa Cruz e Copacabana abrigarão eventos centrais da JMJ Rio 2013



A praia de Copacabana (zona sul) e a base aérea de Santa Cruz (zona oeste) são os locais escolhidos pelo Vaticano para os mais importantes momentos da Jornada Mudial da Junventude (JMJ) Rio 2013, que ocorrerá entre os dias 23 e 28 de julho do próximo ano.

Em Copacabana serão realizadas a abertura da JMJ Rio 2013, a Via-Sacra, e também será o local de recepção do papa Bento XVI, momento em que o pontícife se encontrará com os milhões de jovens de todo o mundo. Na Base Aérea de Santa Cruz acontecerá o encerramento da JMJ Rio 2013, com a Vigília dos Jovens e a Missa de Envio.

“A programação do Papa só será decidida no final do ano. O Papa costuma participar de todas as estações da Via-Sacra, mas isso só poderemos afirmar no final do ano”, ponderou o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Dois lugares marcantes, de acordo com Dom Orani: “a Base Aérea tem o nome da Terra de Santa Cruz, nome que o Brasil levou desde o início. Lá também está uma cruz antiga trazida pelos jesuítas que marca o trabalho de evangelização do Rio de Janeiro. Já Copacabana leva esse nome por causa de Nossa Senhora de Copacabana. Então, teremos Maria ao pé da Cruz – recordando bem todo o mistério de salvação”.
Fonte CNBB

EVANGELHO DO DIA



 (Mateus 28,16-20)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 16os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado.
17Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram.
18Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra.
19Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
              Comentário ao Evangelho do dia 


«Concedei-nos que na profissão da verdadeira fé reconheçamos a glória da eterna Trindade»
A alma que ama a Deus nunca está saciada, embora falar de Deus seja tanto mais audacioso quanto o nosso espírito se encontra muito longe de tão alta tarefa; [...] e, quanto mais avançamos no conhecimento de Deus, tanto mais sentimos a sua impotência. Assim foi com Abraão, assim com Moisés, que, quando puderam ver a Deus, pelo menos do modo como tal visão é concedida aos homens, tanto um como o outro se faziam o mais pequeno de todos: Abraão considerava-se «cinza e pó» (Gn 18,27) e Moisés dizia de si próprio que tinha «a boca e a língua pesadas» (Ex 4,10), comprovando a fraqueza das suas palavras em traduzir a imensidão d'Aquele que a sua alma experimentava, já que não falamos de Deus tal como Ele é, mas como somos capazes de O alcançar.
Quanto a ti, se quiseres dizer ou escutar seja o que for de Deus, abandona a tua corporalidade, repudia os teus sentidos [...], eleva a tua alma acima de tudo o que foi criado e contempla a natureza divina: encontrá-la-ás imutável, indivisa, a luz inacessível, a glória resplandecente, a bondade almejada, a beleza inigualável que fere a alma sem que ela possa explicá-La.
Assim encontrarás o Pai, o Filho e o Espírito Santo. [...] O Pai como princípio de tudo, causa do ser de tudo quanto existe e raiz de todos os seres vivos; d'Ele corre a Fonte da vida, a Sabedoria e o Poder (1Cor 1,24), a Imagem perfeita e fiel do Deus invisível (Heb 1,3): o Filho gerado do Pai, o Verbo eterno que é Deus e voltado para Deus (Jo 1,1). Por este nome de Filho temos a certeza de que Ele partilha a mesma natureza, uma vez que não foi criado por uma ordem, mas brilha sem cessar a partir da Sua substância, unido ao Pai desde toda a eternidade, igual a Ele em bondade, igual em poder, compartilhando da Sua glória. [...] E quando a nossa inteligência for purificada das paixões terrenas e puser de lado toda e qualquer criatura sensível, qual peixe que emerge das profundezas até à superfície entregue à pureza da sua criação, então contemplará o Espírito Santo onde estão o Filho e o Pai. Este Espírito, sendo da mesma essência segundo a Sua natureza, possui também todos os bens: a bondade, a rectidão, a santidade e a vida. [...] E, tal como queimar é próprio do fogo e alumiar da luz, também do Espírito Santo são próprias a bondade e a rectidão, e não Lhe pode ser tirada a capacidade de santificar ou fazer viver.
Fonte: São Basílio (c. 330-379), monge e bispo de Cesareia na Capadócia, doutor da Igreja 
Homilia sobre a fé, 1-3
              SANTO DO DIA
Santos Carlos Lwanga e companheiros
O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. O continente só foi aberto aos europeus depois da metade do século XIX. Antes disso, as relações entre as culturas davam-se de forma violenta, principalmente por meio do comércio de escravos. Portanto, não é de estranhar que os primeiros missionários encontrassem, ali, enorme oposição, que lhes custava, muitas vezes, as próprias vidas.

A pregação começou por Uganda, em 1879, onde conseguiu chegar a "Padres Brancos", congregação fundada pelo cardeal Lavigérie. Posteriormente, somaram-se a eles os padres combonianos. A maior dificuldade era mostrar a diferença entre missionários e colonizadores. Aos poucos, com paciência, muitos nativos africanos foram catequizados, até mesmo pajens da corte do rei. Isso lhes causou a morte, quase sete anos depois de iniciados os trabalhos missionários, quando um novo rei assumiu o trono em 1886.

O rei Muanga decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Um pajem de dezessete anos chamado Dionísio foi apanhado pelo rei ensinando religião. De próprio punho Muanga atravessou seu peito com uma lança, deixou-o agonizando por toda uma noite e só permitiu sua decapitação na manhã seguinte. Usou o exemplo para avisar que mandaria matar todos os que rezavam, isto é, os cristãos.

Compreendendo a gravidade da situação, o chefe dos pajens, Carlos Lwanga, reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e prepararam-se para um final trágico. Nenhum desses jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo, a setenta quilômetros da capital, Kampala. No dia seguinte, os vinte e dois foram condenados à morte e cruelmente executados.

Era o dia 3 de junho de 1886, e para tentar não fazer tantos mártires, que poderiam atrair mais conversões, o rei mandou que Carlos Lwanga morresse primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais, com alguns sendo queimados vivos.

Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado "Padroeiro da Juventude Africana" em 1934. Trinta anos depois, o papa Paulo VI canonizou esse grupo de mártires. O mesmo pontífice, em 1969, consagrou o altar do grandioso santuário construído no local onde fora a prisão em Namugongo, na qual os vinte e um pagens, dirigidos por Carlos Lwanga, rezavam aguardando a hora de testemunhar a fé em Cristo.

sábado, 2 de junho de 2012


PAROQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
IGREJA DE SANTO ANTONIO
TREZENAS DE SANTO ANTONIO
DE 01 A 13 DE JUNHO DE 2012

CONVITE
         Prezados irmãos e irmãs
    Convidamos Vossa Senhoria e sua família para participar da festividade alusiva a Santo Antonio.Exemplo de vida cristã, de amor ao próximo e observância do evangelho. Louvemos a    Deus juntamente com nosso amado padroeiro dando graças pela vida e pela paz em nossas famílias.
Participe conosco das celebrações, momentos de fortalecimento da nossa fé.
PAZ E BEM!
Pe. José Adelson - Mons. Xavier
PROGRAMAÇÃO
DIA: 01/06/2012 - Sexta -Feira
18h00 - Procissão da Imagem de nosso padroeiro saindo da Igreja de São Francisco para Igreja de Santo Antônio acompanhado com a banda de musica Ideal
19h00 – Missa e hasteamento da bandeira.
Madrinha do Andor – Prof.ª Ivone Jales
Madrinha do Altar: Floricultura Jesus de Nazaré
Padrinhos de Fogos: Ideraldo Barateiro e Valtercio Barateiro
Quermesse - Responsável: Izemar e Equipe

DIA: 02/06/2012 -  Sábado
19h00 - Missa
Cel.: Pe. Adelson - Mons. Xavier
DIA: 03/06/2012 -  Domingo
20h00 - Missa
Cel.: Pe. Adelson  - Mons. Xavier

DIA: 04/06/2012  - Segunda -Feira
19h00 - Missa
Cel.: Pe. Adelson Mons. Xavier  

DIA: 05/06/2012 - Terça -Feira
19h00 - Missa
Cel. Pe. Edson

DIA: 06/06/2012  - Quarta - Feira
19h00 - Missa
Cel.: Pe. Roberlan

DIA: 07/06/2012  - Quinta – Feira
CORPUS CRISTI
16h00 – Missa na Igreja Matriz
17h00- Procissão saindo da Igreja Matriz para  Igreja de Santo Antônio
18: h00 - Benção do Santíssimo na Igreja de
Santo Antônio
Cel.: Pe. Adelson -  Mons. Xavier
Quermesse

DIA: 08/06/2012  - Sexta -Feira
190h00 - Missa
Cel.: Pe. Luiz Martins

DIA: 09/06/2012 - Sábado
19h00 - Missa
Cel.: Pe. Adelson - Mons. Xavier
Padrinho do Altar: Prof.: Aniertony
Padrinho do Andor: Família Branco Miguel Padrinho de Fogos: Dr. Gilson Geraldo
Quermesse
Barraca, Leilão e muita animação-Resp.: ECC

DIA: 10/06/2012 - Domingo
20h00 - Missa
Cel. Pe. Adelson  - Mons. Xavier

DIA: 11/06/2012 – Segunda - Feira
19h00 - Missa
Cel.: Pe. Edson

DIA: 12/06/2012 – Terça - Feira
190h00 – Missa de Cura e Libertação
Cel.: Pe. Darci Lopes
Quermesse

DIA: 13/06/2012 – Quarta - Feira
18h00 - Procissão pelas ruas do conjunto a Aníbal Barbalho acompanhado da banda de
 musica Ideal
19h00 - Missa e Benção dos Pães
Cel. Pe. Adelson  - Mons. Xavier
20h00-Arreamento da Bandeira e Encerramento
Padrinho dos Fogos: José Humberto dos Santos - Josemar e Dr.ª Gorette

Oração a Santo Antonio
Lembrai-vos, glorioso Santo Antônio, amigo do Menino Jesus, filho querido de Maria Imaculada, de que, nunca se ouviu dizer que alguém daqueles que tem recorrido a vós e implorado a vossa proteção, tenha sido por vós abandonado. Animado de igual confiança, venho a vós fiel consolador e dos aflitos. Gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto a vossos pés, e pecador como sou, ouso a me apresentar diante de vós. Não me rejeiteis, pois, a minha súplica (fazer o pedido), vós que sois tão poderoso junto ao Coração de Jesus, mas escutai-a favoravelmente e dignai-vos a atendê-la. Amém.
Santo Antonio rogai a Deus por mim, e por todos nós. Amém



AGRADECIMENTOS
Agradecemos a Deus por tudo que conseguimos realizar e a cada um de vocês que colaboraram direta ou indiretamente com a realização destes momentos de oração e confraternização. Que Deus abençoe a todos.
O nosso muito obrigado!
Comissão Organizadora



EVANGELHO DO DIA
 Mc 11,27-33
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 11,27-33
Naquele tempo:27Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém.Enquanto Jesus estava andando no Templo,os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os ancióosaproximaram-se dele e perguntaram:28'Com que autoridade fazes essas coisas?Quem te deu autoridade para fazer isso?'29Jesus respondeu: 'Vou fazer-vos uma só pergunta.Se me responderdes, eu vos direicom que autoridade faço isso.30O batismo de João vinha do céu ou dos homens?Respondei-me.'31Eles discutiam entre si:'Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer:'Por que não acreditastes em João?'32Devemos então dizer que vinha dos homens?'Mas eles tinham medo da multidão,porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta.33Então eles responderam a Jesus: 'Não sabemos.'E Jesus disse: 'Pois eu também não vos digocom que autoridade faço essas coisas.'Palavra da Salvação.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO

O Evangelho de hoje nos mostra os sumos sacerdotes, os fariseus e os doutores da lei questionando Jesus sobre sua autoridade. Muitas vezes, vemos pessoas que duvidam das verdades da fé e questionam o próprio Deus sobre a legitimidade de suas ações e de seus princípios, mas se formos analisar mais a fundo a vida das pessoas que manifestam tal atitude, veremos que na verdade as suas vidas é que apresentam aspectos contraditórios porque os seus princípios de vida não são legítimos. Essas pessoas querem, na verdade, legitimar a sua vida marcada pelo erro e pelo pecado, por princípios que, na verdade, encontram o seu fundamento unicamente no egoísmo.
FONTE CNBB
SANTO DO DIA


Santos Marcelino e Pedro
Esta página da história da Igreja foi-nos confirmada pelo próprio papa Dâmaso, que na época era um adolescente e testemunhou os acontecimentos. Foi assim que tudo passou.
Na Roma dos tempos terríveis e sangrentos do imperador Diocleciano, padre Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, exorcista, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive pelos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. Isso porque os mais visados eram os líderes da nova religião e os que se destacavam como exemplo entre a população. Intimados, Marcelino e Pedro foram presos para julgamento. No cárcere, conheceram Artêmio, o diretor da prisão.
Alguns dias depois notaram que Artêmio andava triste. Conversaram com ele e o miliciano contou que sua filha Paulinha estava à beira da morte, atacada por convulsões e contorções espantosas, motivadas por um mal misterioso que os médicos não descobriam a causa. Para os dois, aquilo indicava uma possessão demoníaca. Falaram sobre o cristianismo, Deus e o demônio e sobre a libertação dos males pela fé em Jesus Cristo. Mas Artêmino não lhes deu crédito. Até que naquela noite presenciou um milagre que mudou seu destino.

Segundo consta, um anjo libertou Pedro das correntes e ferros e o conduziu à casa de Artêmio. O miliciano, perplexo, apresentou-o à sua esposa, Cândida. Pedro, então, disse ao casal que a cura da filha Paulinha dependeria de suas sinceras conversões. Começou a pregar a Palavra de Cristo e pouco depois os dois se converteram. Paulinha se curou e se converteu também.

Dias depois, Artêmio libertou Marcelino e Pedro, provocando a ira de seus superiores. Os dois foram recapturados e condenados à decapitação. Entrementes, Artêmio, Cândida e Paulinha foram escondidos pelos cristãos, mas eles passaram a evangelizar publicamente, conseguindo muitas conversões. Assim, logo foram localizados e imediatamente executados. Artêmio morreu decapitado, enquanto Cândida e Paulinha foram colocadas vivas dentro de uma vala que foi sendo coberta por pedras até morrerem sufocadas.

Quanto aos santos, o prefeito de Roma ordenou que fossem também decapitados, porém fora da cidade, para que não houvesse comoção popular. Foram levados para um bosque isolado onde lhes cortaram as cabeças. Era o dia 2 de junho de 304.

Os seus corpos ficaram escondidos numa gruta límpida por muito tempo. Depois foram encontrados por uma rica e pia senhora, de nome Lucila, que desejava dar uma digna e cristã sepultura aos santos de sua devoção. O culto dedicado a eles se espalhou no mundo católico até que o imperador Constantino mandou construir sobre essas sepulturas uma igreja. Outros séculos se passaram e, em 1751, no lugar da igreja foi erguida a belíssima basílica de São Marcelino e São Pedro, para conservar a memória dos dois santos mártires, a qual existe até hoje.

sexta-feira, 1 de junho de 2012


EVANGELHO DO DIA



 (Marcos 11,11-26)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Tendo sido aclamado pela multidão, 11Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. 12No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. 13De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. 14Então Jesus disse à figueira: “Que ninguém mais coma de teus frutos”. E os discípulos escutaram o que ele disse. 15Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. 16Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. 17E ensinava o povo, dizendo: “Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões”. 18Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele.19Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. 20Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. 21Pedro lembrou-se e disse a Jesus: “Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou”. 22Jesus lhes disse: “Tende fé em Deus. 23Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: ‘Levanta-te e atira-te no mar’, e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. 24Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. 25Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, 26para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
fonte canção nova

Comentário do Evangelho
Mc 11, 11-26
O Evangelho de hoje nos leva a questionar se a Igreja é para nós o local privilegiado para o encontro com Deus e o crescimento da fé ou é o local de práticas que têm por finalidade a nossa promoção pessoal, o lucro, a competição e a concorrência entre as pessoas, o desenvolvimento de sentimentos como ciúmes, rancor, raiva, ira, inveja, etc. A Igreja deve ser o local onde se cria comunhão entre nós e o próprio Deus e entre nós mesmos, como irmãos e irmãs. Tudo o que diverge disso não corresponde ao plano de Deus e faz com que a nossa presença na Igreja seja ocasião de pecado
Fonte CNBB
SANTO DO DIA
São Justino
Justino nasceu na cidade de Flávia Neápolis, na Samaria, Palestina, no ano 103, início do século II, quando o cristianismo ainda se estruturava como religião católica. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco.

Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão. Diz a tradição que foi nessa fase de isolamento que recebeu a visita de um misterioso ancião, que lhe falou sobre o Evangelho, as profecias e seu cumprimento com a Paixão de Jesus, abalando suas convicções e depois desaparecendo misteriosamente.

Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou convertendo-se, mesmo tendo conhecimento das penas e execuções impostas aos seguidores da religião cristã. Foi batizado no ano 130 na cidade de Efeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo, tornando-se, historicamente, o primeiro dos Padres da Igreja que sucederam os Padres apostólicos dos primeiros tempos.

No ano seguinte estava em Roma, onde passou a travar discussões filosóficas, encaminhando-as para a visão do Evangelho. Muito culto, era assim que evangelizava entre os letrados, pois esse era o mundo onde melhor transitava. Era um missionário filósofo, que, além de falar, escrevia.

Deixou muitos livros importantes, cujos ensinamentos influenciaram e ainda estão presentes na catequese e na doutrina dogmática da Igreja. Embora tenham alcançado nossos tempos apenas três de suas apologias, a mais célebre delas é o Diálogo com Trifão. Seus registros abriram caminhos à polêmica antijudaica na literatura cristã, além de fornecerem-nos importantes informações sobre ritos e administração dos sacramentos na Igreja primitiva.

Bem-sucedido em todas as discussões filosóficas, conseguiu converter muitas pessoas influentes, ganhando com isso muitos inimigos também. Principalmente a ira dos filósofos pagãos Trifão e Crescêncio. Este último, após ter sido humilhado pelos argumentos de Justino, prometeu vingança e o denunciou como cristão ao imperador Marco Aurélio.
Justino foi levado a julgamento e, como não se dobrou às ameaças, acabou flagelado e decapitado com outros companheiros, que como ele testemunharam sua fé em Cristo no ano 164, em Roma, Itália.