domingo, 17 de fevereiro de 2013

SANTO DO DIA
Santo Aleixo Falconieri
Aleixo nasceu em 1200 na cidade de Florença, Itália. Era filho de Bernardo Falconieri, um príncipe mercante florentino, e um dos líderes daquela república. A cidade vivia em luta. Brigavam pelo poder duas famílias poderosas: os Guelfi e os Ghibelini. A família Falconieri pertencia ao partido dominante dos Guelfi.

Nesta época, Aleixo era um jovem comerciante influente, nobre, rico, inteligente e alegre, que resolveu crescer acima deste mundo material. Ele tinha uma conduta cristã exemplar, era muito piedoso e devoto da Virgem Maria. Junto com seis amigos, ligados por uma estreita amizade fraterna, formaram um grupo que se encontrava para rezar e cantar "laudas" para Maria. No dia 15 de agosto de 1233, os sete: Bonfiglio, Bonaiuto, Amadio, Ugocio, Sostenio, Manejo e Aleixo, estavam reunidos rezando diante da imagem da Virgem quando ela se mexeu. Depois, na volta para casa Nossa Senhora apareceu vestida de luto chorando e, disse que a causa de sua tristeza era a longa guerra civil daquela cidade.

Decidiram abandoar tudo e fundaram a "Ordem dos Servidores de Nossa Senhora", ou Servitas, em monte Senário, perto da cidade. Vestiram-se de preto em reverência à Virgem de luto e adotaram a Regra de Santo Agostinho. A ordem foi aceita pelo Vaticano e os fundadores foram consagrados sacerdotes, menos Aleixo que se recusou a vestir o hábito.

Aleixo possuía uma humildade infinita. Na gruta em que vivia no monte Senário, tinha momentos de profunda comunhão espiritual com a Virgem Maria e seu Filho Redentor. Saia do seu retiro apenas para pedir e mendigar a caridade para os necessitados e para rezar na pequena capela de Nossa Senhora situada na beira da estrada. Sua vida foi austera e
sincera de eremita penitente. As roupas eram as mais pobres, o leito era de tábuas ásperas e sem cobertores. Comia pouquíssimo, permanecendo em constante oração. Assim era o sincero e humilde irmão Aleixo, que mesmo vivendo mais de cem anos, nunca se sentiu digno o suficiente para representar o Pai Eterno através da ordenação sacerdotal.

Aleixo era responsável pelo setor financeiro e administrativo das várias casas da ordem que surgiram na Itália, tendo vivido em todas elas. Em 1252, a igreja nova em Cafagio, nos arredores de Florença, foi terminada sob seu cuidado, e totalmente financiada pelas famílias dos Guelfi e os Ghibelini. Ele transformou aquela pequena igreja em que ia rezar à beira da estrada, numa grande igreja dedicada a Nossa Senhora das Dores, dando origem ao seu culto que se propagou entre os cristãos do mundo inteiro. Foi diretor espiritual de muitos vultos do clero, que se tornaram santos, como sua sobrinha: Santa Juliana Falconieri.

Em 1304, quando a Santa Sé aprovou oficialmente a "Ordem dos Servidores de Maria" apenas Aleixo ainda estava vivo. A tradição diz que antes de morrer ele ficou rodeado de anjos e recebeu a visita de Cristo, na figura de menino, que lhe oferecia uma coroa de ouro.

Com cento e dez anos, ele morreu sereno no dia 17 de fevereiro de 1310 em monte Senário. Ele foi beatificado oito anos antes que os outros seis fundadores. Em 1888, todos foram canonizados juntos, para assim serem cultuados no dia da morte de Santo Aleixo Falconieri.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


 MENSAGEM DO DIA
 
Precisamos ter a têmpera dos santos
Sei que os problemas nos abatem, as doenças nos atingem e não temos forças para lutar contra tudo isso. Mas o Senhor nos pede para sermos fortes, pois os problemas existem, e pode ser que nunca desapareçam, porque eles não dependem de nós nem de Deus, mas das pessoas. Não há sofrimento sem sofrimento, não há cruz sem cruz, o sofrimento é real, e são justamente os resistentes, os que sofrem na carne e ousam levantar a cabeça e prosseguem, que conseguem a vitória.

Nós precisamos pedir a Deus a têmpera de João Batista, para que nos enchamos da coragem do Senhor e possamos ver "céus novos e terra nova". Assim como o martelo de ferro, nós precisamos ter têmpera, precisamos passar pelo calor, pela água e pelo óleo, porque é pelo "calor" dos sofrimentos que passamos por esse "vale de lágrimas", do qual fala a Sagrada Escritura. Mas é pelo refrigério que o Senhor nos concede o alívio, e, finalmente, quando somos banhados pelo "óleo" do Espírito Santo é que adquirimos têmpera.

A vitória final será do Senhor e nossa também, mas é preciso lutar.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

EVANGELHO DO DIA


 (Mateus 9,14-15)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 14os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?”
15Disse-lhes Jesus: “Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
As práticas religiosas não podem ser simples ritualismos que cumprimos por costume ou tradição. Os fariseus e os discípulos de João faziam jejum, cumprindo os valores tradicionais da religiosidade de sua época, mas o cumprimento desses valores não lhes foi suficiente para que se tornassem capazes de reconhecer o tempo em que estavam vivendo e por quem foram visitados, de modo que não puderam viver a alegria de quem tem o próprio Deus presente em suas vidas e nem puderam usufruir de forma mais plena essa presença de graça. Somente quem viver uma verdadeira religiosidade que seja capaz de estabelecer um relacionamento profundo e maduro com Deus e perceber os seus apelos nos dos sinais dos tempos pode colher os frutos dessa religiosidade.FONTE CNBB
SANTO DO DIA
São Cláudio Colombiere
Cláudio Colombiere nasceu próximo de Lion, na França, no dia 02 de fevereiro de 1641. Seus pais faziam parte da nobreza reinante, com a família muito bem posicionada financeiramente e planejavam dedicá-lo ao serviço de Deus, mas ele era totalmente avesso a essa idéia.

Com o passar do tempo acaba por se render ao modo de vida e filosofia dos jesuítas de Lion, onde segue com seus estudos. De lá passa a Avinhon e depois a Paris e, três anos depois, é ordenado sacerdote. Em 1675, emite os votos solenes da Companhia de Jesus e vai dirigir a pequena comunidade da Ordem, em Parai-le-Monial.

Padre Cláudio foi nomeado confessor do mosteiro da Visitação onde encontra uma irmã de vinte e oito anos, presa ao leito devido às fortes dores reumáticas. A doente era Margarida Maria Alacoque, uma figura de enorme poder espiritual, que influenciava a todos que se aproximavam. Margarida Alacoque revelava o incrível poder e a veneração ao Sagrado Coração de Jesus, símbolo da Humanidade e do amor infinito do Cristo. Os devotos do Sagrado Coração são tomados como adoradores de ídolos e atacados, de vários lados, com duras palavras e ameaças.

Nesta cidade, padre Cláudio é um precioso guia para tantos cristãos desorientados. Mas, em 1674 é enviado a Londres como capelão de Maria Beatriz D'Este, mulher de Carlos II, duque de York e futuro rei da Inglaterra. Naquela época, a Igreja Católica era perseguida e considerada fora da lei na Inglaterra. Entretanto, como padre Cláudio celebrava a Eucaristia numa pequena capela, acaba sendo procurado por muitos cristãos, irmãs clandestinas e padres exilados, todos desejosos de escutar seus conselhos.

Outro acontecimento muda completamente a sua vida. Ele é enviado como missionário às colônias inglesas da América. Depois de dezoito meses de sua chegada, foi acusado de querer restaurar a Igreja de Roma no reino e vai preso. Porém, como é um protegido do rei da França, não permanece no cárcere e é expulso.

Mais uma vez padre Cláudio Colombiere retorna à França, em 1681. Entretanto, já se encontrava muito doente. Seu irmão ainda tentaria levá-lo a regiões onde o ar seria mais saudável. Mas ele não desejava partir, pois havia recebido um bilhete de Margarida Alacoque que dizia: "O Senhor me disse que sua vida findará aqui". Três dias depois ele morre em Parai-le-Monial e seu corpo fica sepultado na Companhia de Jesus, sob a guarda dos padres jesuítas. Era o dia 15 de fevereiro de 1683.

O Papa Pio IX o beatifica em 1929, e é proclamado Santo Cláudio Colombiere em 1992, pelo Papa João Paulo II, em Roma

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

MENSAGEM DO DIA
 
A adoração a Deus nos faz crescer como pessoa
O pecado original, dentro de nós, é como um defeito de fabricação. Muitas pessoas, ao comprarem um carro novo, percebem logo que ele apresenta defeito e o levam à oficina especializada; devido ao grande trabalho que têm acabam devolvendo o carro para a revendedora. Aquele carro já veio com defeito de fabricação, não por nossa culpa nem porque dirijamos mal, mas porque o defeito já existia.

Há uma criatura dentro de nós que só nos dá trabalho: a Palavra de Deus a chama de "homem velho". Na verdade somos nós mesmos, mas, uma vez agraciados pelo Senhor, recebemos a efusão do Espírito Santo e um "homem novo" vai se formando dentro de nós.

Uma transformação vai acontecendo, porém, o "homem velho" continua a existir. Ele nos dá trabalho porque tem "defeito de fabricação", "de nascença". Viemos com um "defeito de fabricação" que se chama pecado original e, é justamente por causa desse pecado que, sem desejarmos, há em nós uma indisposição para adorar.

Às vezes você fica atrapalhado ou com vergonha pelo fato de não conseguir fazer adoração e faz de tudo para que as outras pessoas não saibam que sente essa dificuldade.

Só que infelizmente isso é algo natural, que acontece por causa desse "defeito de fabricação" que temos: o pecado original.

Nossa adoração diante de Deus nos torna mais gente, nos faz mais criaturas humanas, nos faz crescer como pessoa. Quanto mais nos aproximamos de Deus, tanto mais nos tornamos criaturas mais sensíveis e humanas. Por isso Ele nos deu a graça de podermos adorá-Lo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

EVANGELHO DO DIA


 (Lucas 9,22-25)


O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
22“O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
23 Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. 24 Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará.
25 Com efeito, de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro, se se perde e se destrói a si mesmo?”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que vive como o próprio Jesus e faz dele o modelo de sua vida. Jesus nunca viveu para si, mas sempre viveu para o Pai e para os seus irmãos e irmãs, fazendo do seu dia a dia um serviço a Deus e ao próximo. A exemplo de Jesus, nós devemos passar por esse mundo não para buscar a satisfação dos nossos interesses e necessidades, mas para deixar de lado tudo o que nos impede de ir ao encontro de nossos irmãos e irmãs que precisam de nós, da nossa presença e do nosso serviço, e que também nos impede de ir ao encontro do próprio Deus para vivermos com ele a sua vida.FONTE CNBB

SANTO DO DIA
         São Cirilo
Constantino nasceu em 826 na Tessalonica, atualmente Salonico,Grécia. Seu pai era Leão, um rico juiz grego, que teve sete filhos. Constantino o caçula e Miguel o mais velho, que mudaram o nome para Cirilo e Metódio respectivamente, ao abraçarem a vida religiosa.

Cirilo tinha catorze anos quando o pai faleceu. Um amigo da família, professor Fócio, que mais tarde ajudou seu irmão acusado de heresia, assumiu a educação dos órfãos em Constantinopla, capital do Império Bizantino. Cirilo aproveitou para aprender línguas, literatura, geometria, dialética e filosofia. De inteligência brilhante, se formou em tudo.

Rejeitando um casamento vantajoso, ingressou para a vida espiritual, fazendo votos particulares, se tornou bibliotecário do ex-patriarca. Em seguida foi cartorário e recebeu o diaconato. Mas sentiu necessidade de se afastar, indo para um mosteiro, em Bosforo. Seis meses depois foi descoberto e designado para lecionar filosofia. Em seguida, convocado como diplomata para a polemica questão sobre o culto das imagens junto ao ex-patriarca João VII, o Gramático. Depois foi resolver outra questão delicada junto aos árabes sarracenos que tratava da Santíssima Trindade. Obteve sucesso em ambas.

Seu irmão mais velho, que era o prefeito de Constantinopla, abandonou tudo para se dedicar à vida religiosa. Em 861, Cirilo foi se juntar a ele, numa missão evangelizadora, a pedido do imperador Miguel III, para atender o rei da Morávia. Este rei precisava de missionários que conhecessem a língua eslava, pois queria que o povo aprendesse corretamente a religião. Os irmãos foram para Querson aprender hebraico e samaritano.

Nesta ocasião, Cirilo encontrou um corpo boiando, que reconheceu ser o papa Clemente I, que tinha sido exilado de Roma e atirado ao mar. Conservaram as relíquias numa urna, que depois da missão foi entregue em Roma. Assim, Cirilo continuou estudando o idioma e criou um alfabeto, chamado "cirílico", hoje conhecido por "russo". Traduziu a Bíblia, os Livros Sagrados e os missais, para esse dialeto. Alfabetizou a equipe dos padres missionários, que começou a evangelizar, alfabetizar e celebrar as missas em eslavo.

Isto gerou uma grande divergência no meio eclesiástico, pois os ritos eram realizados em grego ou latim, apenas. Iniciando o cisma da Igreja, que foi combatido pelo então patriarca Fócio com o reforço de seu irmão. Os dois foram chamados por Roma, onde o papa Adriano II, solenemente recebeu as relíquias de São Clemente, que eles transportavam. Conseguiram o apoio do Sumo Pontífice, que aprovava a evangelização e tiveram os Livros traduzidos abençoados.

Mas, Cirilo que estava doente, piorou. Pressentido sua morte, tomou o hábito definitivo de monge e o nome de Cirilo, cinqüenta dias depois, faleceu em Roma no dia 14 de fevereiro de 868. A celebração fúnebre foi rezada na língua eslava, pelo papa Adriano II, sendo sepultado com grande solenidade na igreja de São Clemente. Cirilo e Metódio foram declarados pela Igreja como "apóstolos dos eslavos". O papa João Paulo II, em 1980, os proclamou junto com São Bento de "Patronos da Europa".

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


ARQUIDIOCESE DE NATAL SEDIA EVENTOS

 NACIONAIS NESTA SEMANA


A Arquidiocese de Natal sedia dois eventos nacionais e um regional, nesta semana. Dias 14 e 15, quinta e sexta-feira, acontecem a comemoração dos 50 anos da Campanha da Fraternidade – CF e o lançamento nacional da CF 2013. Na quinta-feira, a programação será desenvolvida no município de Nísia Floresta, local onde aconteceu a primeira Campanha da Fraternidade, no ano de 1962. Na sexta-feira, durante o dia, a programação será desenvolvida no Centro de Convenções, na Via Costeira de Natal, e, à noite, na Catedral Metropolitana. Esta programação contará com a presença do secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB e bispo auxiliar de Brasília, Dom Leonardo Steiner; do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB, e bispo auxiliar de Campo Grande (MS), Dom Eduardo Pinheiro; e bispos do Regional Nordeste 2, além de assessores da CNBB.

De 14 a 17, no Centro de Treinamento de Ponta Negra, haverá o encontro com coordenadores nacionais de pastorais e movimentos que trabalham com a juventude. O encontro é organizado pela Comissão Episcopal para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB.

De 14 a 16, no Centro Pastoral da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, de Parnamirim, acontecerá encontro com lideranças jovens, das 21 dioceses do Regional Nordeste 2, da CNBB, formado pelos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.



PROGRAMAÇÃO ALUSIVA AOS 50 ANOS E LANÇAMENTO NACIONAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Dia 14.02.2013 (quinta-feira)
Nísia Floresta:
. 14h30 – Acolhida, em frente ao ‘baobá’, no centro de Nísia Floresta, ao Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, e demais bispos.
. 15h – Missa, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó, em Nísia Floresta
 . 17h – Visita à comunidade rural Timbó, onde aconteceu a primeira experiência da Campanha da Fraternidade.
. 19h – Show com o Grupo Cantores de Deus, de São Paulo, na Comunidade Timbó.
Em Natal:
. 20 h – Inauguração da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio Sales, no Centro Administrativo. É uma homenagem do Governo do Estado ao criador da Campanha da Fraternidade, Dom Eugênio de Araújo Sales, falecido em 9 de julho de 2012.

Dia 15.02.2013 (sexta-feira)
Centro de Convenções de Natal:
. 8h30 – Abertura do Seminário “Igreja: fundamento de fraternidade”.
            - Lançamento nacional da Campanha da Fraternidade 2013, cujo tema é “Fraternidade e Juventude”.
.9h15 – Palestra: “Campanha da Fraternidade na sua Primeira Fase (1966-1972)” - Palestrante:  Dom Jaime Vieira Rocha, Arcebispo Metropolitano de Natal.
. 9h45 – Palestra: “Campanha da Fraternidade na sua Segunda Fase (1973-1984)” – Palestrante: Professor Otto Santana (então pároco de Nísia Floresta, quando da criação da CF).
. 10h15 – Coffee break.
. 10h45 – Palestra: “Campanha da Fraternidade na sua Terceira Fase (1985-2013)” – Palestrante:  Pe. José Adalberto Vanzella, ex-assessor da CNBB para Campanha da Fraternidade.
. 11h15 – Palestra: “Campanha da Fraternidade 2013: Fraternidade e Juventude” – Palestrante: Dunga, missionário da Comunidade Canção Nova (Cachoeira Paulista – SP).
. 12h15 – Almoço
. 14h30min – Mesa redonda
Expositores:
- Dom Eduardo Pinheiro da Silva, Presidente da Comissão Episcopal para a Juventude,  da CNBB. Tema: Fraternidade e Juventude
- Padre Robério Camilo da Silva, da Arquidiocese de Natal. Tema: O jovem e a violência no Brasil e especialmente em Natal
- Alex Bastos, da Coordenação Nacional da Pastoral Juvenil e Presidente Nacional da Juventude Franciscana. Tema: Juventude e comunicação
-  Fernando Geronazzo de Souza, Coordenador Nacional do Grupo Jovens Conectados, membro da Equipe Nacional de Comunicação da Comissão Episcopal para a Juventude, da CNBB. Tema: A inquietação existencial do jovem e a busca pela dimensão espiritual. 
. 16h – Palestra:  “Eis-me aqui, envia-me!" – Palestrante Padre Fábio de Melo.
. 17h30 – Encerramento do Seminário.

Catedral Metropolitana de Natal:
. 19h – Missa
. 20h – Vigília e adoração ao Santíssimo Sacramento, com a participação da cantora Eliana Ribeiro, da Comunidade Canção Nova.
. 22h30 – Encerramento da Vigília.


COLETIVA COM A IMPRENSA

A Arquidiocese de Natal convida a imprensa para participar do lançamento nacional da Campanha da Fraternidade 2013 e de uma entrevista coletiva, que acontecerão na próxima sexta-feira, dia 15 de fevereiro, no Centro de Convenções, Via Costeira de Natal. O momento também faz parte das comemorações dos 50 anos da Campanha da Fraternidade, cuja origem foi na Arquidiocese de Natal.

Lançamento nacional da Campanha da Fraternidade:
Data: 15 de fevereiro de 2013
Hora: 8h30
Local: Centro de Convenções – auditório Mórton Mariz

Coletiva de Imprensa
Data: 15 de fevereiro de 2013
Hora: 10 horas
Local: Centro de Convenções – sala Baía Formosa
Entrevistados:
1) Secretário Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, e bispo auxiliar de Brasília, Dom Leonardo Steiner;
2) Presidente da Comissão para a Juventude, da CNBB, e bispo auxiliar de Campo Grande (MS), Dom Eduardo Pinheiro;
3) Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha.
Pauta: Campanha da Fraternidade: história, resultados e tema de 2013 (juventude).

Fonte: Arquidiocese de Natal
MENSAGEM DO DIA

 

Quaresma, tempo da graça de Deus
Chegamos à Quaresma: o tempo da graça, a hora da salvação. Para Deus não há casos perdidos. Não há situações sem solução. Para Deus não tem "sucata" e muito menos "lata de lixo".

Tenha certeza de que a Quaresma é o tempo da oportunidade e da chance para todos. Basta acolher a hora da graça. E a hora da graça é agora. Mais uma vez, Dom Alberto preparou o Retiro Popular da Quaresma. Neste ano de 2013, ele é apresentado num belíssimo livro com o título: ''A quem iremos, Senhor?'' Estou recomendando-o especialmente a você. Ele será, para todos nós, um excelente ''livro de receita'', porque o Arcebispo de Belém (PA) nos apresenta propostas muito concretas para fazermos este caminho e acolher a hora da graça do Senhor para nossa vida.

Bom caminho! Vamos juntos, do jeito de Maria!

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

EVANGELHO DO DIA


 (Mateus 6,1-6.16-18)


O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens.
Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.
Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens.
Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
16 Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando.
Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 17 Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18 para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO DO EVANGELHO
O verdadeiro espírito de conversão quaresmal é aquele de quem não busca simplesmente dar uma satisfação de sua vida a outras pessoas para conseguir a sua aprovação e passar assim por um bom religioso, mas sim aquele que encontra a sua motivação no relacionamento com Deus e busca superar as suas imaturidades, suas fraquezas, sua maldade e seu pecado para ter uma vida mais digna da vocação à santidade que é conferida a todas as pessoas com a graça batismal, e busca fazer o bem porque é capaz de ver nas outras pessoas um templo vivo do Altíssimo e servem ao próprio Deus na pessoa do irmão ou da irmã que se encontram feridos na sua dignidade.FONTE CNBB
SANTO DO DIA
              Santo Martiniano
Martiniano era um monge eremita, mas acabou se tornando um andarilho para que o pecado nunca o achasse "em endereço fixo".

Martiniano era natural da Cesaréia, na Palestina, nasceu no século quatro. Desde a tenra idade decidiu ligar sua vida à Deus e aos dezoito anos ingressou numa comunidade de eremitas, não muito distante da sua cidade, onde se entregou à vida reclusa e viveu durante sete anos. A fama de sua sabedoria percorreu a Palestina e Martiniano passou a ser procurado por gente de todo o país que lhe pedia conselhos, orientação espiritual, a cura de doenças e até a expulsão de maus espíritos. Ganhou fama de santidade e essa fama atraiu Cloé, uma jovem cortesã.

Cloé era milionária, bela e conhecida como uma mulher de costumes arrojados e pouco recomendáveis. Fez uma espécie de aposta em seu círculo de amizades e afirmou que faria o casto monge se perder. Trocou suas roupas luxuosas por farrapos e procurou Martiniano, pedindo abrigo. Ele deixou que entrasse, acomodou-a e foi para os aposentos do fundo da casa, onde rezou entoando cânticos de louvor ao Senhor, antes de se recolher para dormir.

Mesmo assim, Cloé não desistiu. Pela manhã trocara os farrapos por uma roupa muito sensual, aguardando o ingresso do monge nos aposentos internos da casa. O que logo aconteceu, ela então utilizou argumentos espertos tentando seduzir Martiniano, mas, ao invés disso, acabou sendo convertida por ele. Cloé a partir de então, se recolheu ao convento de Santa Paula, em Belém, passando ali o resto de seus dias. E se santificou na vida religiosa consagrada à Deus.

Por sua vez, Martiniano, que chegou a sentir-se tentado, mudou-se dali para uma ilha. Porém, certa vez, naquelas águas que rodeavam a ilha ocorreu um naufrágio de um navio e uma jovem passageira chamada Fotinia que se salvou lhe pediu abrigo. Ele consentiu que ela ficasse, mas para não sentir a tentação novamente abandonou o lugar a nado, apesar do continente ficar muito distante. A tradição diz que ele não nadou, mas que Deus mandou dois delfins para apanhá-lo e levá-lo à terra firme, são e salvo.

O fato é que, depois disso, tomou uma decisão radical, tornou-se andarilho para nunca mais ter de abrigar ninguém e ser tentado pelo pecado. Vivia da caridade alheia e morreu em Atenas, no ano 400, depois de parar a caminhada numa igreja da cidade. Sabia que o momento chegara, recebeu os sacramentos e partiu para a Casa do Pai serenamente e na santa paz.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

EVANGELHO DO DIA 

 (Marcos 7,1-13)

O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado.
3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.
5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?” 6Jesus respondeu: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. 8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”.
9E dizia-lhes: “Vós sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus, a fim de guardar as vossas tradições. 10Com efeito, Moisés ordenou: ‘Honra teu pai e tua mãe’. E ainda: ‘Quem amaldiçoa o pai ou a mãe deve morrer’.
11Mas vós ensinais que é lícito alguém dizer a seu pai e à sua mãe: ‘O sustento que vós poderíeis receber de mim é Corban, isto é, Consagrado a Deus’. 12E essa pessoa fica dispensada de ajudar seu pai ou sua mãe. 13Assim vós esvaziais a Palavra de Deus com a tradição que vós transmitis. E vós fazeis muitas outras coisas como estas”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
 
COMEMTARIO DO EVANGELHO 
Jesus, citando o profeta Isaías, diz: 'Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim'. Precisamos saber se somos cristãos de palavras ou de coração. O cristão de palavras é aquele que vive uma religiosidade de cumprimento de preceitos, normas e rituais, que em nada difere dos rituais de alquimia e bruxaria que existem por aí; o que muda é que no lugar de abracadabra, fala frases bonitas com efeitos especiais. O cristão de coração é aquele que ama a Deus, ama os seus irmãos que são templos dele e procura servir a DBBeus no serviço aos irmãos e irmãs, na valorização da pessoa humana e promoção da sua dignidade. O cristão de coração fala pouco e nem sempre sabe falar bonito, mas ama muito, é solidário, generoso e fraterno.
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - todos os direitos reservadosFONTE CNBB
SANTO DO DIA
                      Santo Julião Hospitaleiro
Conta a tradição que os pais de Julião eram nobres e viviam num castelo. No dia do seu batizado, seus pais tiveram um sonho idêntico. Nele, um ermitão lhes dizia que o menino seria um santo. O menino foi educado como um nobre, apreciando a caça como esporte, e apesar do caráter violento, era caridoso com os pobres.

Na adolescência, foi a vez de Julião. Ele sonhou com um grande veado negro que lhe disse: "Você será o assassino de seus pais". Impressionado, fugiu para nunca mais voltar. Ficou famoso como soldado mercenário. Casou-se com uma princesa e foi morar num castelo. Certa noite, saiu para caçar, avisando que voltaria só ao nascer do sol. Algumas horas depois, seus pais, já idosos, chegaram para revê-lo. Foram bem acolhidos pela nora que lhes cedeu o seu quarto para aguardarem o filho, repousando.

Julião regressou irritado porque não conseguira nenhuma caça. Mas a lembrança da esposa a sua espera acalmou seu coração. Na penumbra do quarto, percebeu que na cama havia duas pessoas. Possuído pela cólera matou os dois com seu punhal. Ao tentar sair, viu o vulto de sua mulher na porta do quarto. Então, ele compreendeu tudo. Desesperado abriu as janelas e viu que tinha assassinado os pais. Após os funerais, colocou a esposa num mosteiro, doou os bens aos pobres e partiu para cuidar da alma.

Tornou-se outro homem, calmo, humilde e pacífico. Andou pelos caminhos do mundo, esmolando. Por espírito de sacrifício contava a sua história e, então, todos se afastavam fazendo o sinal da cruz. Foi renegado por homens e animais. Vivia afastado, remoendo sua culpa, rezando em penitência, amargando suas visões fúnebres e os soluços da alma. Mas, Julião sentia necessidade de salvar vidas, ajudar os velhos e as crianças doentes e pobres. Decidiu então ajudar os leprosos na travessia de um rio, que pela violência da correnteza fazia muitas vítimas.

Julião, construiu sozinho um caminho para descer até ao rio. Em seguida reparou um velho barco e ergueu uma grande cabana. A travessia passou a ser conhecida por todos os leprosos, pois além de conduzi-los de graça, eram tratados por ele, na cabana. Ficou conhecido por "Julião Hospitaleiro". Costumava ir esmolar para distribuir o que ganhava com os que já não podiam caminhar.A cabana se tornou um verdadeiro hospital para leprosos. A fama de sua santidade começou a se espalhar, mas Julião continuava a sentir o tormento de sua alma, que só era aplacado quando cuidava dos seus leprosos. Até que uma noite, após um leproso morrer nos seus braços, Julião sentiu sua alma inundada por uma alegria infinita e caminhou para se encontrar face a face com Nosso Senhor Jesus Cristo, que o chamou para a glória do céu.

Esta é a história de Julião Hospitaleiro, e se encontra descrita, num dos vitrais da Catedral de Notre Dame, na França, que guarda suas relíquias. A diocese de Macerata, na Itália, onde dizem que ele permaceu durante anos mendigando e ajudando as pessoas com seus prodígios de santidade, também recebeu algumas delas. A Igreja o comemora no dia 12 de fevereiro, data que a tradição indicou como sendo a de sua morte.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dom Damasceno explica o que acontece após a renúncia de Bento XVI

André Alves
Da Redação

O potificado de Bento XVI foi "muito rico e frutuoso para toda Igreja", afirmou Dom Damasceno.
O presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Dom Raymundo Damasceno, concedeu uma entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, 11, sobre a apresentação da renúncia do Papa Bento XVI. O cardeal afirmou que o gesto do Papa foi de humildade e coragem.
Acesse:
.: Nota Oficial da CNBB sobre anúncio da renúncia de Bento XVI
.: Todas as notícias sobre a renúncia do Papa Bento XVI

“Humildade porque, sem dúvida, é uma missão importante na Igreja, fundamental e essencial. Um gesto de coragem por que pode dar a impressão às pessoas de que faltou-lhe decisão, espírito de sacrifício para continuar nesse ministério apesar das dificuldades que ele está sentindo e experimentando”, explicou.
Dom Raymundo ressaltou o desapego de Bento XVI do cargo e afirmou que o Papa tomou a decisão com liberdade e tranqüilidade. No entanto - destacou – "deve ter sido um gesto difícil, mas com sua consciência diante de Deus de ter cumprido o seu ministério até o dia 28 de fevereiro. Um ministério muito rico e frutuoso para toda Igreja.”
Jornada Mundial da Juventude
Com relação à vinda do Papa à Jornada Mundial da Juventude, o cardeal lembrou uma frase que o próprio Bento XVI mencionou a pouco tempo, dizendo: "O Papa estará na Jornada. Se não for eu, será meu sucessor." Dom Raymundo disse que era um desejo de muitos a vinda de Bento XVI ao evento, por conta da simpatia que o Pontífice adquiriu em meio aos jovens. Mas, reforçou que o Brasil espera o novo Papa com alegria.
Quanto às estruturas da JMJ, o cardeal afirmou que a data permanece fixa entre os dias 23 e 28 de julho, na cidade do Rio de Janeiro e com o tema relacionado à missão. Talvez, a programação sofra alguma modificação por conta do novo Papa, disse o Cardeal, mas nada de grande impacto.
Eleição do novo Ponfífice
Para eleger o sucessor de Bento XVI será realizado um Conclave – reunião de todos cardeais do mundo, que acontece na Capela Sistina, no Vaticano e que tem duração indeterminada. Segundo Dom Damasceno, os cardeais que se reúnem para a eleição não são candidatos ao papado, no sentido de que alguém se apresente para ser eleito. “Acho que ninguém chega ao Conclave com a pretensão de ser Papa. Seria muita presunção da pessoa que assim pensasse”, afirmou.
A reunião para eleição de um Pontífice é um momento de muita oração, sublinhou o cardeal Damasceno, logo, todos precisam estar abertos para escolher o melhor para a Igreja e o mundo. Para a escolha do novo Papa, o cardeal acredita não serem observados critérios como nacionalidade, cor ou idade, desde que seja menor que 80 anos. "Acho que o espírito que anima a todos é de muita humildade, serviço e de abertura à vontade de Deus."

“Olhamos alguns critérios como experiência pastoral, o conhecimento da Santa Sé. Precisa ser uma pessoa com facilidade para o diálogo e a comunicação, logo, as línguas são importantes. É observada a vida da própria pessoa, sua espiritualidade, sua santidade de vida, sua capacidade de liderar a Igreja nos tempos de hoje. Mas, é na abertura ao Espírito que Deus nos levará a eleger o Papa”, esclareceu.
Do Brasil, cinco cardeais poderão participar do Conclave: Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Religiosos; Dom Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo; Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo; Dom Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo Emérito de Salvador e Dom Raymundo Damasceno, Arcebispo de Aparecida.
De acordo com o presidente da CNBB, o mundo passa por uma mudança de época e não uma época de mudanças. Neste tempo, os valores não são vividos como antigamente. Realidades como a família, o matrimônio, o diálogo inter-religioso, ecumenismo, a justiça no mundo e outros poderão ser uns dos desafios para o sucessor de Bento XVI.
Assembleia do Bispos no Brasil
Para o encontro que reunirá todos os bispos do Brasil, em abril deste ano, Dom Damasceno explica que não haverá mudanças. “Creio que esse Conclave não passará de um mês, portanto, a assembleia não sofrerá alterações.”

MENSAGEM DO  DIA
 

Aprenda a enfrentar os seus problemas
 Quando não nos atemorizamos e nos desesperamos diante dos problemas - mas os enfrentamos - é conseguimos encontrar a solução.

Que aventura linda é buscar o caminho da solução do problema. Desenvolver os cálculos e chegar à solução dos problemas. Todo problema tem solução, só que assim como na matemática, todos os problemas têm que ser enfrentados.

A solução dos problemas é Jesus, mas diante dessa verdade não podemos cruzar os braços. Caminhando com o Senhor vamos chegar à solução de todos os problemas. Eu fiz, graças a Deus, uma matemática muito boa e tive muitos professores bons. Mas eu sou muito mais feliz por encontrar a solução dos meus problemas em Jesus. A Canção Nova só é o que é hoje, porque soube enfrentar os problemas.

É isso que Jesus está nos ensinando hoje. Ele é a porta, não só o Pastor, mas também a porta. A Palavra de Deus para nós, hoje, é uma ordem: CORAGEM!

Saber enfrentar os problemas é verdadeiramente o segredo para a felicidade.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


EVANGELHO DO DIA  

 (Marcos 6,53-56)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus.
55Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava.
56E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da sua veste. E todos quan­tos o tocavam ficavam curados.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
COMENTARIO DO EVANGELHO 
O cristão de verdade não pode ficar parado. Ele nunca pode dizer que cumpriu a sua missão, pois ele deve estar sempre a caminho, sempre se lançando rumo aos novos trabalhos, prestando atenção aos apelos que a realidade faz, buscando superar novos desafios e obstáculos, sempre olhando com misericórdia os irmãos e irmãs, procurando conhecer os seus problemas e necessidades e sendo para todos a manifestação do amor de Deus que responde ao clamor dos seus filhos e filhas. Por isso, quando terminamos uma etapa da caminhada, devemos iniciar outra imediatamente, pois a proposta do Reino exige isso.FONTE  CNBB
SANTO DO DIA
                                        Santo Castrense
Castrense viveu no século V, era cristão e bispo de Cartagine, atual Tunísia, África. Durante a invasão dos Vândalos, comandados pelo rei Genserico, ele foi lançado ao mar, junto com outros sacerdotes e fiéis, dentro de um velho navio desprovido de velas, remos e leme. Com certeza, o intuito era que morressem afogados, mas milagrosamente ele sobreviveu, desembarcando na costa italiana, próxima a Nápolis.

Pelos registros, ele retomou sua missão apostólica e logo se tornou bispo de Castel Volturno. Depois, de acordo com o antiqüíssimo "Calendário Marmóreo" de Nápolis, ele também foi eleito bispo de Sessa, aceitando a difícil tarefa de conduzir os dois rebanhos, os quais guiou com amor e zelo paternal. Castrense era humilde e carismático, penitente e caridoso, durante a sua vida patrocinou dois episódios prodigiosos, registrados nos arquivos da Igreja: libertou um homem possesso pelo demônio e salvou um navio cheio de passageiros de uma grande tempestade.

Assim, a fama de santidade já o acompanhava, quando morreu como mártir de Jesus Cristo, em 11 de fevereiro de 450, em Sessa, Nápolis. Logo passou a ser venerado pela população em toda Campânia e em muitas outras cidades, inclusive na África.

As relíquias do Santo, foram transferidas, antes do século XII, de Sessa para Cápua e depois por determinação de Guilherme II o Bom, último rei normando da Sicília, foram enviadas para Monreale. Em 1637, foram transladadas para a Capela anexa à Catedral de Monreale, em uma urna de prata com uma placa onde se pode ler "São Castrense, eterno baluarte da cidade de Monreale".

As mais recentes informações sobre este Santo de origem africana, datam de 1881, e foram encontradas durante as escavações arqueológicas na gruta de Calvi, próximas de Monreale. São pinturas do século VII que retratam o bispo Castrense, nas duas dioceses e ao lado de outros mártires da mesma época e região.

Mas ainda hoje encontramos o efeito da sua presença na Catânia, seja na pequena região que leva o nome de São Castrense, seja nas diversas igrejas e no convento feminino beneditino erguido ao lado da Catedral, sendo tudo dedicado à sua memória. Inclusive nas manifestações de sua devoção quando da comemoração de sua passagem no dia 11 de fevereiro. Data oficializada pela Igreja, quando reconheceu o seu martírio e declarou o bispo Castrense, Santo e padroeiro da cidade de Monreale. Neste dia a sua estátua segue em procissão da Catedral de Monreale, indo para a de Sessa e retornando após o culto litúrgico. Dizem os devotos que durante este trajeto muito graças são alcançadas por sua intercessão.

domingo, 10 de fevereiro de 2013


MENSAGEM DO DIA
 

O Senhor te faz digno
Não podemos nos desconectar de Deus. Quando nós nos sentimos indignos diante do Senhor, este sentimento vai nos desconectando, vai nos estragando. E quantas pessoas, por se sentirem assim, foram perdendo a dignidade e achando até que Deus não as ouve mais, não as ama mais...

O Senhor está dizendo: "Filho, filha, tua fé te salvou".

Infelizmente a cabeça acusa, a sua mente vai te macerando. O verbo macerar é muito forte. Macerar é você pegar, por exemplo, pétalas e amassar, estragar. O sentimento de indignidade faz isso em nós. Jesus está dizendo: "Eu não estou te chamando de indigno, mas de filho".

Não escute tua cabeça, ela é 'louca', os teus sentimentos também são 'loucos'. Eles vão te levar para o buraco, eles vão macerar você. Os teus sentimentos não podem conspirar contra você. A tentação pega um conduto: a sintonia dos nossos sentimentos e emoções para macerar.

Há partes muito boas em você, ainda há partes santas em você. Não deixe que a tentação acabe e macere você. Jesus está te dizendo: "Filho, filha, tua fé precisa te salvar, não dê ouvidos aos teus pensamentos e sentimentos de inferioridade".

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

EVANGELHO DO DIA


 (Lucas 5,1-11)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus.
Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes.
Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”.
Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.
Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam.Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.
Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”
É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer.
10 Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”.
11 Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
SANTO DO DIA
                    Santa Escolástica
O nome de Santa Escolástica, irmã de São Bento, nos leva para o século V, para o primeiro mosteiro feminino ocidental, fundamentado na vida em comum, conceito introduzido na vida dos monges por ele. Foi o primeiro a orientar para servir a Deus não "fugindo do mundo" através da solidão ou da penitência itinerante, como os monges orientais, mas vivendo em comunidade duradoura e organizada, e dividindo rigorosamente o próprio tempo entre a oração, trabalho ou estudo e repouso.

Escolástica e Bento, irmãos gêmeos, nasceram em Nórcia, região central da Itália, em 480. Eram filhos de nobres, o pai Eupróprio ficou viúvo quando eles nasceram, pois a esposa morreu durante o parto. Ainda jovem Escolástica se consagrou a Deus com o voto de castidade, antes mesmo do irmão, que estudava retórica em Roma. Mais tarde, Bento fundou o mosteiro de Monte Cassino criando a Ordem dos monges beneditinos. Escolástica, inspirada por ele, fundou um mosteiro, de irmãs, com um pequeno grupo de jovens consagradas. Estava criada a Ordem das beneditinas, que recebeu este nome em homenagem ao irmão, seu grande incentivador e que elaborou as Regras da comunidade.

São muito poucos os dados da vida de Escolástica, e foram escritos quarenta anos depois de sua morte, pelo o santo papa Gregório Magno, que era um beneditino. Ele recolheu alguns depoimentos de testemunhas vivas para o seu livro "Diálogos" e escreveu sobre ela apenas como uma referência na vida de Bento, mais como uma sombra do grande irmão, pai dos monges ocidentais.

Nesta página expressiva contou que, mesmo vivendo em mosteiros próximos, os dois irmãos só se encontravam uma vez por ano, para manterem o espírito de mortificação e elevação da experiência espiritual. Isto ocorria na Páscoa e numa propriedade do mosteiro do irmão. Certa vez, Escolástica foi ao seu encontro acompanhada por um pequeno grupo de irmãs, quando Bento chegou também acompanhado por alguns discípulos. Passaram todo o dia conversando sobre assuntos espirituais e sobre as atividades da Igreja.

Quando anoiteceu, Bento, muito rigoroso às Regras disse à irmã que era hora de se despedirem. Mas Escolástica pediu que ficasse para passarem a noite, todos juntos, conversando e rezando. Bento se manteve intransigente dizendo que deveria ir para suas obrigações. Neste momento ela se pôs a rezar com tal fervor que uma grande tempestade se formou com raios e uma chuva forte caiu a noite toda, e ele teve de ficar. Os dois irmãos puderam conversar a noite inteira. No dia seguinte o sol apareceu, eles se despediram e cada grupo voltou para o seu mosteiro. Essa seria a última vez que os dois se veriam.

Três dias depois, em seu mosteiro Bento recebeu a notícia da morte de Escolástica, enquanto rezava olhando para o céu, viu a alma de sua irmã, penetrar no paraíso em forma de pomba. Bento mandou buscar o seu corpo e o colocou na sepultura que havia preparado para si. Ela morreu em 10 de fevereiro de 547, quarenta dias antes que seu venerado irmão Bento. Escolástica foi considerada a primeira monja beneditina e Santa, pela Igreja que escolheu o dia de sua morte para as homenagens litúrgicas

sábado, 9 de fevereiro de 2013

MENSAGEM DO DIA

Como viver cada dia de maneira nova?

Basta nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo, que faz novas todas as coisas.
Já no começo desse dia, peçamos confiantemente ao Senhor que nos inspire e conduza às novidades próprias do dia de hoje, as quais Ele tem reservado para nós.
Assista:
LUZIA SANTIAGO
EVANGELHO DO DIA
(Marcos 6,30-34)

 O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30 os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31 Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer. 32 Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33 Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles.
34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
Devemos colocar a nossa felicidade onde se encontram os verdadeiros valores. As pessoas que vivem segundo os valores desse mundo colocam a sua felicidade nas coisas do mundo. São pessoas materialistas e hedonistas, marcadas pelo desejo do acúmulo de bens materiais e de poder e também na busca desenfreada de todos os prazeres proporcionados por este mundo, como é o caso do sexo e dos vícios em geral. São pessoas insatisfeitas porque na verdade foram criadas à imagem e semelhança de Deus e só podem ser satisfeitas plenamente em Deus, uma vez que são abertas ao infinito. Somente quem coloca a sua felicidade nos valores eternos encontra em Deus a sua plena satisfação.FONTE CNBB
      SANTO DO DIA
Santa Apolônia
Os seis anos de 243 a 249, durante os quais o rumo do Império Romano ficou sob a direção de Felipe o Árabe, foram considerados: um intervalo de trégua do regime do anticristianismo. No último ano, porém, houve um episódio que comprovou que a aversão aos cristãos, pelo menos na província africana, não havia desaparecido.

O ocorrido era narrado por Dionísio, o bispo da Alexandria no Egito, em uma carta que enviou ao bispo Fabio da diocese de Antioquia, em 249. Na carta ele escreveu que: "No dia 9 de fevereiro, um charlatão alexandrino, "maligno adivinho e falso profeta", que insuflava a população pagã, sempre pronta a se agitar, provocou uma terrível revolta. As casas dos cristãos foram invadidas. Os pagãos saquearam os vizinhos católicos ou aqueles que estivessem mais próximos, levando as jóias e objetos preciosos. Os móveis e as roupas foram levados para uma praça, onde ergueram uma grande fogueira. Os cristãos, mesmo os velhos e as crianças, foram arrastados pelas ruas, espancados, escorraçados e, condenados a morte, caso não renegassem a fé em voz alta. A cidade parecia que tinha sido tomada por uma multidão de demônios enfurecidos".

"Os pagãos prenderam também a bondosa virgem Apolônia, que tinha idade avançada. Foi espancada violentamente no rosto porque se recusava a repetir as blasfêmias contra a Igreja, por isto teve os dentes arrancados. Além disso, foi arrastada até a grande fogueira, que ardia no centro da cidade. No meio da multidão enlouquecida, disseram que seria queimada viva se não repetisse, em voz alta, uma declaração pagã renunciando a fé em Cristo. Neste instante, ela pediu para ser solta por um momento, sendo atendida ela saltou rapidamente na fogueira, sendo consumida pelo fogo."

O martírio da virgem Apolônia, que terminou aparentemente em suicídio, causou, exatamente por isto, um grande questionamento dentro da Igreja, que passou a avaliar se era correto e lícito, se entregar voluntariamente à morte para não renegar a fé. Esta dúvida encontrou eco também no livro " A cidade de Deus" de Santo Agostinho, que também não apresentou uma posição definida.

Contudo, o gesto da mártir Apolônia, a sua vida reclusa dedicada à caridade cristã, provocou grande emoção e devoção na província africana inteira, onde ela consumou o seu sacrifício. Passou a ser venerada, porque foi justamente o seu apostolado desenvolvido entre os pobres da comunidade que a colocou na mira do ódio e da perseguição dos pagãos, e o seu culto se difundiu pelas dioceses no Oriente e no Ocidente.

Em várias cidades européias surgiram igrejas dedicadas a ela. Em Roma foi erguida uma igreja, hoje desaparecida, próxima de Santa Maria em Trasteve, Itália.

Sobre a sua vida não se teve outro registro, senão que seus devotos a elegeram, no decorrer dos tempos, como protetora contra as doenças da boca e das dores dos dentes. Mas restou seu exemplo de generosa e incondicional oferta a Cristo. A Igreja a canonizou e oficializou seu culto conforme a data citada na carta do bispo Dionísio.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

MENSAGEM DO DIA

 
Tome posse da bênção que Deus lhe dá
Deus é Pai, mas não é paternalista – não faz aquilo que podemos fazer por nós mesmos. A bênção que o Senhor nos dá é aquilo que não podemos fazer por nós mesmos, está acima da nossa natureza.

Se o Senhor lhe dá uma bênção para cada dia, assim como dava o maná para o povo de Israel, você precisa pegar esta bênção.

A graça de Deus nunca é demais. Você pode e precisa pedi-la a cada dia: "Abençoa-me e abençoa-me muito". Isso não é egoísmo, mas necessidade.

É Deus quem sabe como e quando a bênção vai atingir a nossa vida. Você não precisa se preocupar quando Deus vai agir, mas apenas tomar posse da bênção que Ele lhe dá.

Ele quer que você aprenda a pedir, porque pode ser que a bênção daquele dia reflita na sua vida inteira.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

EVANGELHO DO DIA



(Marcos 6,14-29)

O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. 15Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”.
16Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado.
18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Hero­díades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”.
24Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”.
26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO DO EVANGELHO
Todas as pessoas que participam da missão de Jesus, participam também do seu tríplice múnus: sacerdotal, profético e real. Participam do sacerdócio de Cristo através da busca da santificação pessoal e comunitária, da oração, da intercessão, etc. Participa do múnus profético através da palavra que denuncia o pecado e anuncia o Reino e participa do múnus régio pelo serviço aos irmãos e irmãs. A participação no múnus profético exige compromisso com a verdade e os valores morais, que atrai a ira de todos os que são contrários à proposta de Jesus, e, como no caso de João Batista, acarreta em ódio, vingança, perseguição e pode até levar à morte.fonte cnbb

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


Núncio Apostólico visitará Natal pela primeira vez

Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico no Brasil – embaixador do Estado do Vaticano -, virá a Arquidiocese de Natal, pela primeira vez. No dia 14 deste mês,  à tarde, ele irá à comunidade de Nísia Floresta, e, no dia 15, cumprirá a seguinte agenda, em Natal: pela manhã, participará do Seminário em comemoração dos 50 anos da Campanha da Fraternidade e do lançamento nacional da Campanha da Fraternidade 2013, no Centro de Convenções, e do Encontro Nacional de coordenadores de expressões juvenis, no Centro de Treinamento de Ponta Negra, e, às 19h, presidirá missa, na Catedral Metropolitana.
Dom Giovanni é italiano e foi nomeado Núncio Apostólico do Brasil, pelo Papa Bento XVI, em 10 de fevereiro de 2012. Antes, ele desempenhou a mesma função na Tailândia e no Camboja.

  

MENSAGEM DO DIA

Queiramos ou não, fomos feitos para amar e ser amados

Temos clara consciência de que fomos feitos para amar e ser amados, porque a nossa essência é o amor.

Quanto mais nos aproximamos da Fonte que alimenta a nossa vida, cujo nome é Jesus, tanto mais livres e realizados nos tornaremos, independentemente do que acontece ao nosso redor. Ao passo que quando nos afastamos dessa fonte caímos num profundo vazio, no nada, porque a nossa vida tem a sua origem em Deus-amor, que tem vida plena e abundante para cada um de nós.
“Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância! (Jo 10,10)
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago

EVANGELHO DO DIA



 (Marcos 6,7-13)



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. 8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10 E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11 Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” 12 Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13 Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
Quem é verdadeiramente discípulo de Jesus não deve pensar em si próprio, mas deve viver em função das outras pessoas, preocupar-se com os seus problemas e necessidades, ir ao encontro de todos para levar o Evangelho, a motivação para a conversão e a esperança de uma vida melhor. Nós fomos enviados por Jesus para realizar essa missão. Não devemos levar nada que seja para nós, além do que seja estritamente necessário, pois não devemos nos preocupar com o nosso bem estar, mas sim com o dos nossos irmãos e irmãs. Somente com este espírito é que podemos participar da obra evangelizadora de Cristo.
FONTE CNBB
 SANTO DO DIA

                                             
São Ricardo
No século V, a rainha da Inglaterra meridional  
era Sexburga, que mais tarde se tornou abadessa e uma santa da Igreja Católica. Ela teve três filhos e duas filhas, estas, a seu exemplo, fundaram mosteiros dedicando-se aos pobres e a Cristo. Também o caçula Winfrido, ou Bonifácio, deixou a vida da corte para ser monge beneditino, hoje venerado como o grande "Apóstolo da Alemanha".

O primogênito Egberto I, assumiu o trono em 664, mas onze anos depois morreu, deixando o sucessor ainda muito pequeno. Foi assim que, o filho do meio, Hlother ou Ricardo I, se tornou rei da Inglaterra e guardião da coroa do sobrinho. Em 685, empossou o jovem rei Eadric I, que era o legítimo herdeiro da casa real dos Kents.

Ricardo deixou o palácio com os filhos Vilibaldo, Vunibaldo e Valburga, indo morar no mosteiro de Waltham, onde viveram sob as regras dos beneditinos. A partir daí os dados de suas vidas são descritos pelos registros da Santa Sé.

No ano de 720,conforme uma narração de um monge alemão, Ricardo e os dois filhos, então já monges, saíram da Inglaterra meridional, para empreenderem uma peregrinação de penitencia e devoção. A filha Valburga ficou no mosteiro, onde seguia a vida de religiosa. A meta, como sempre, era Roma, onde pretendiam venerar as relíquias dos apóstolos Pedro e Paulo. De lá queriam ir até a Terra Santa.

Atravessaram toda a França, mas quando chegaram na cidade de Luca, a viagem teve de ser interrompida porque Ricardo ficou doente e acabou falecendo. Foi sepultado na igreja de são Frediano em 722. Os milagres foram acontecendo em seu túmulo e o local se tornou uma rota de devoção para os cristãos, que o chamavam de "rei, santo". Só Vilibaldo pôde completar o programa, porque Vunibaldo ficou estudando em Roma até 739. Depois os dois foram recrutados pelo tio Bonifácio, que acabara de ser elevado à condição de bispo, para a missão evangelizadora dos povos germânicos. Por fim, à eles se juntou a irmã Valburga, também a pedido do tio.

Sobre Ricardo, lemos no Martirológio Romano: "Em Luca, na Toscana, a deposição de são Ricardo, rei da Inglaterra e pai de são Vilibaldo, bispo de Eichstat , de são Vunibaldo abade de Heidenheim e da santa Valburga, abadessa virgem." Seu culto se propagou graças as colaborações eficazes na obra de evangelização dos seus filhos e do irmão.

Em Luca, uma das mais belas cidades medievais de Florença, ele costuma ser festejado com grande veneração pela legião de devotos que procuraram por sua intercessão e foram atendidos por este "santo, rei dos ingleses".